terça-feira, 14 de setembro de 2010

Rádio engajada socialmente


Iniciativas bacanas a gente tem que divulgar. Afinal, quem deseja um mundo melhor, tem que se unir, porque como dizem: A união faz a força!


O Portal GloboRadio criou uma rádio exclusiva para o site planeta voluntários, com músicas de artistas engajados ou com mensagens por um mundo melhor. Na lista estão U2, Gilberto Gil, Michael Jackson entre outros. O objetivo é criar uma trilha sonora temática para quem navega no site entrar no clima das causas sociais. O banner do Portal também vai ter um destaque especial no planeta voluntários e vice-versa.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Intolerância


O dia 11 de setembro, desde 2001, é marcado pelos ataques terroristas aos EUA. Terroristas da AL-Qaeda sequestraram quatro aviões, bateram dois contra as Torres Gêmeas do World Trade Center. O terceiro caiu contra o Pentágono. O quarto caiu em um campo na Pensilvânia.

Foi creditado a Al-Qaeda e a Osama Bin Laden a autoria dos ataques. O que deu início a “guerra ao terror”, que levou os EUA a invadir o Afeganistão e elevou o ódio ao mundo islâmico. Discussões sobre a tal guerra a parte...

Esta semana, o pastor Terry Jones, líder da igreja evangélica Dove World Outreach Center, na Flórida disse que pretendia queimar 200 livros do Alcorão, livro sagrado dos mulçumanos, no dia 11.

A declaração gerou uma série de protestos e manifestações. Parece que o pastor desistiu da ideia, mas as consequências da declaração podem gerar ainda mais intolerância.

Não sei qual era a intenção desse “pastor”, aparecer? Se era, apareceu de forma totalmente errada, especialmente, se for levar em conta a fé que ele diz ter. O problema é que religião quase nunca tem mesmo a ver com a fé. Religiosidade cega e cria ódio entre os povos. O fanatismo já mostrou do que é capaz.

Será que o pastor Terry pulou, convenientemente, a parte da Bíblia que diz: “Ame ao próximo como a ti mesmo”.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Aprendendo a enxergar

Às vezes nos deparamos com alguns problemas e desafios que nos fazem pensar em desistir daquilo que buscamos para nossas vidas. Claro, nem sempre é tão simples superar todas as dificuldades que aparecem no nosso caminho.
Mas, ao mesmo que os problemas aparecem, a vida se encarrega de nos revelar as soluções, desde que estejamos abertos para entender o melhor caminho a seguir. Porque mais do que abrir os olhos pela manhã, precisamos aprender a enxergar.

Ontem, quando ia para minha casa, pensava sobre algumas coisas que aconteceram e que não entendo. Sobre coisas que gostaria de modificar, mas que ainda não consegui. Pensava sobre como, às vezes, achamos que a guerra está perdida, quando nem mesmo passamos pela primeira batalha. Ai e lembrei de um texto que me tocou muito na primeira vez que o li.
Esse texto, de autoria de Hellen Keller, sempre me faz refletir sobre como poderíamos ver melhor se abríssemos nossos olhos para aquilo que é realmente importante.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Quando a sujeira é deixada para trás...

E mais uma vez nos deparamos com a sujeira típica da época das eleições. Não, não, não. Não pensem que eu estou falando da corrupção, já assunto corriqueiro quando se fala da nossa política. Na verdade, dessa vez, eu estou falando da sujeira espalhada pelas ruas.

Mesmo ainda faltando pouco mais de um mês, já é possível ver os 'santinhos' e panfletos espalhados pelas calçadas, nos quintais das casas, nos gramados, enfim, em todos os lugares dessa cidade.
Hoje mesmo, quando saía do metro Anhangabaú, em direção à Rua Martins Fontes, pude ver um senhor que lia um desse panfletos de candidato e logo em seguida, ao invés de jogá-lo na lixeira, preferiu deixá-lo junto com todos os outros que se amontoavam na calçada.

Pois é, mais uma vez nossa cidade, já tão catisgada com a sujeira, irá carregar milhares de papéis para seus córregos e rios.

Mesmo com tantas leis que proíbem (só na teoria) a "boca-de-urna", sabemos que no dia 03 de outubro, nossos candidatos, irão desrepeitar as leis em troca de votos, sujando o nosso meio-ambiente (assim como fazem com a nossa política).


Não que eu seja uma ambientalista de carteirinha, daquelas que fazem parte do grupo dos ecochatos, e entendo que para muitos candidatos, vale tudo para ganhar as eleições.


Mas cabe a cada eleitor avaliar as atitudes daqueles que serão escolhidos para ocupar cargos tão importantes e que tanto podem influenciar nossas vidas. Porque uma pequena ação como essa é um reflexo daquilo que serão capazes de fazer quando assumirem seus cargos. Quem infringe a lei, desrespeitando a cidade e a população em troca de votos, é capaz de qualquer coisa em benefício próprio.
O dia das eleições passa, mas a sujeira criada por eles fica. E depois, mais uma vez, sobrará para a população pagar a conta e limpar o que foi deixado para trás. Para não ser enganado, é preciso observar o que eles fazem, pra garantir que não seja apenas o nosso voto que vá parar na lata do lixo.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Tente não vomitar

A cada quatro anos nós somos bombardeados por propagandas políticas seja no rádio, na tv, nos carros com aqueles jingles, e porque não aqueles papeizinhos, que não podemos nem desrespeitar o catolicismo chamando-os de “santinhos”. A cada eleição os candidatos conseguem superar o nível de eleições passadas, (pra bem pior).

O horário político, onde deveriamos encontrar propostas dos candidatos, esse espaço é praticamente um show de horrores, e de muitas piadas. E o pior, a sensação é que nós é que somos a piada.

Humoristas, cantores, artistas e os Zé do Bar, que não sabem nem o papel, a função para que está se candidatando. Pedem o voto e não tem nem propostas ou projetos para a melhoria da população.

“Voto no fulano porque gosto dele! Voto no cicrano porque acho engraçado!” Pelo amor de Deus! A eleição não deveria ser encarada dessa forma! Isso não é uma brincadeira, é o futuro do seu país e do seu estado! E querendo ou não você faz parte disso... e se essas pessoas conseguirem se eleger, serão mais alguns a não fazer nada, ganhar e roubar dinheiro, e depois de 4 anos voltar com a maior “cara de pau” pedindo seu voto e dizendo que é seu amigo... com propagandas na tv, rádio, carros com...

Segue alguns links como sugestão, e como diz o título tente não vomitar!

http://icio.us/pvoq53

http://icio.us/0vk2e5

http://www1.folha.uol.com.br/poder/787678-nao-e-piada-e-a-realidade-diz-tiririca-sobre-slogan-de-campanha.shtml



quarta-feira, 11 de agosto de 2010

A nova, nova fase da Seleção


Pois é, faz exatamente 1 mês do fim da Copa do Mundo. E, infelizmente, não tivemos o que comemorar.

Aliás, acho que o futebol não teve muito o que comemorar nessa Copa. Pode parecer muita exigência, mas eu não me diverti quase nada. Nem a Espanha chegou a me empolgar. Acho que a Alemanha e aquele jogo do Uruguai x Gana com direito a nova “mão de deus”, foi o mais empolgante da competição.

Com o fracasso previsível da nossa seleção, a fatídica Era Dunga acabou. Bom, como sempre falei, acho que seleção é premiação, não escola de treinador. O Dunga teve seu primeiro trabalho no cargo mais alto do futebol, como poderia dar certo? Deu. Até certo ponto, ganhamos tudo, menos o mais importante. Muito por conta da postura. Mas, são águas passadas.

Ontem, 10 de agosto de 2010, a seleção entrou em campo, em Nova Jérsei, Estados Unidos. Foi o primeiro jogo de Mano Menezes à frente do time. A convocação já agradou, Ganso e Neymar, tão pedidos para Copa, estavam na lista. Assim como nomes desconhecidos, como Éderson e David Luiz.

Todos esperavam uma boa apresentação, sem pressão, afinal, eles nem treinaram. Mas, a boa

surpresa foi uma exibição acima das expectativas. Ganso vestiu a 10 e promete não tirar mais, é elegante com a bola nos pés. Neymar, mostrou que é mesmo um moleque abusado e “meteu

caixa” logo no primeiro jogo com a amarelinha, aos 18 anos. Pato, teve uma boa atuação, assim como Ramires e David Luiz, que eu nunca tinha visto jogar.

O pobre Éderson não teve tanta sorte. Entrou em campo, pensei que ia conhece-lo, mas daí, 30 segundos depois, ele saiu com uma lesão muscular. Como disseram as piadas no Twitter, ficou menos tempo que o Muricy na seleção.

Quanto ao discurso de Mano, na parte da preleção que a Globo mostrou, Ham or egg é um discurso norte-americano. Você é a galinha que está envolvida na refeição, pois contribui com o ovo ou é o porco que está comprometido, pois “doa” o presunto? Grey’s Anatomy que me ensinou!

Se a primeira impressão é a que fica, estou esperançosa, parece que o Brasil vai voltar a se divertir jogando bola.

sábado, 3 de julho de 2010

“Flor no deserto”

Sexualidade, tradições machistas, e a certeza de que a mulher é e sempre será submissa ao sexo masculino. Essas são as causas que muitos pais levam as suas meninas, sim, meninas de 5 a 10 anos para serem mutiladas. Elas são levadas geralmente pelas mães para uma parteira, que já está a sua espera com uma navalha na mão. Sem uso de anestesia, a parteira abre as pernas das meninas e pode escolher qual tipo de tortura vai praticar, desde a retirada do clitóris até ao fechamento parcial do orifício genital.

"Desmaiei muitas vezes. É impossível descrever a dor que se sente" conta a modelo Waris Dirie a uma entrevista do portal de notícias G1, relatando a exata hora da chamada circuncisão.

O livro "Flor no deserto" é baseado na história da modelo, que nasceu na Somália e sofreu a mutilação aos 5 anos de idade. Conseguiu fugir de um casamento arranjado aos 13 anos, e foi parar em Londres, onde foi encontrada por um fotógrafo e acabou se tornando uma modelo internacional. Hoje Dirie é uma ativista e fundadora de uma organização que luta contra a mutilação feminina.

São tradições antigas e que existem até hoje em muitos lugares no continente africano, como a Nigéria, Egito, Gana, Costa do Marfim entre outros. A mutilação também pode acontecer com imigrantes, que mesmo longe do continente resolvem enviar suas meninas para os países de sua origem.

É bom deixar claro que isso não acontece pela religião, mas por acreditarem que com isso a mulher é mais valorizada, porque assim conseguirá um homem que a comprará para casar. Nossa! Isso é valorizar um mulher?

Não é uma crítica ou sugestão para vocês assistirem o filme, não posso sugerir algo que eu não assisti ou li, mas é algo tão absurdo e tão deixado para lá que chega a dar nojo. Essa valorização é dada porque ela não terá mais o desejo sexual, e não o tendo, ela não trairá o seu marido.

A mutilação é um crime, e não digo isso por ser mulher, mas em pleno século XXI a violação dos direitos humanos é tão absurdo e triste. Neste caso acredito que ninguém vai fazer nada, afinal ainda vivemos em um mundo onde em muitos países a circuncisão é proibida, mas o machismo continua firme e forte.


Fonte: Portal de notícias G1

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Quando ela resolve chegar...

Como é difícil aceitá-la.

Ela chega de repente, e nós simples mortais nos surpreendemos com a nossa impotência, porque diante dela não podemos fazer mais nada.

Não importa a idade, religião, classe social ou etnia, quando ela chega, ela chega e ponto, para nós só nos resta aceitar. Este é o ponto em que mais nos machuca, aceitar é algo que dói e que parece que remédio algum do mundo vai ajudar a amenizar esta dor.

É algo que entristece, mesmo aquele cuja religião acredita em eternidade do espírito, ou que a pessoa está em um lugar melhor... mesmo assim é quase impossível não derramar lágrimas.

Lágrimas, por mais que você diz para si mesmo “Não vou chorar”, é tudo mentira, por mais força de vontade que você tiver, nós não conseguimos evitá-las.

Palavras não existem, ninguém absolutamente ninguém sabe o que dizer para família, amigos... Elas resolvem sumir nesta hora e o que nos resta é só dar aquele abraço.

Para uns quando ela chega é praticamente um alívio, até mesmo para as famílias, em outros casos ela chega tão derrepente, tão rápida e tão fácil que você é forçado a permitir que todas as emoções, frizando mais a dor, lhe invada por completo.

Ela costuma levar qualquer tipo de pessoas, mas a gente sempre tem a impressão que ela tem o prazer de levar as pessoas mais sensacionais que já existiu, sem importar se é pai de alguém, marido, filho, ou um amigo...

É o ciclo natural da vida né... nascemos, crescemos, alguns se reproduzem, mas não temos como fugir, burlar ou enfrentar.... aí então morremos.



Falar de morte não é mesmo um tema agradável, este texto é só um pensamento que eu quis compartilhar com vocês. Nada de depressão gente, por favor, vamos viver e ser feliz independente da sua crença ou de você ter uma, viva, da melhor maneira possível e aproveitemos muito bem o tal ciclo da vida!

terça-feira, 8 de junho de 2010

Próximas atrações: Shrek Forever e Toy Story 3

Como eu me dei conta de que estava com saudades de escrever no blog e ao mesmo tempo me dei conta de que não tinha nenhum assunto para escrever, resolvi fazer um “post enganação”. No qual vou colocar 2 vídeos e fingir que escrevi algo no blog!

Só para justificar as escolhas. Sábado fui ver Alice no país das Maravilhas, e, enquanto esperava meu lindo namorado trazer a pipoca, fiquei bela e folgada assistindo aos trailers. E não é que me deu vontade de ver esses dois desenhos.

E o primeiro que vai estreiar é o Toy Story, que chega aos cinemas brasileiros em 18/06. Depois de muito tempo, Woody e seus amigos voltaram à cena. Enquanto Andy se prepara para ir para a universidade, Woody, Buzz, e seus leais brinquedos estão preocupados com o futuro incerto. Os brinquedos são levados para uma sala cheia de crianças “selvagens” que mal podem esperar para botar seus dedinhos nesses “novos” brinquedos. O caos está formado quando eles tentam ficar juntos e garantem que “nenhum brinquedo será deixado para trás”. Enquanto isso, Barbie fica cara a cara com Ken (sim, com aquele Ken). Eu tenho que ver isso!


Já o ogro mais adorável do mundo, volta aos cinemas com Shrek Forever no dia 09/07. E, depois de enfrentar um dragão, resgatar a princesa e salvar o reino de seus sogros, Shrek virou um homem de família. Ao invés de assustar os moradores locais, agora o ogro verde vive dando autógrafos. Mas o que aconteceu com o valente marido de Fiona? Pensando no passado, Shrek assina um pacto com o falante duende Rumplestiltskin, e subitamente se vê em uma versão alternativa e deturpada do reino de Tão Tão Distante, onde os ogros são caçados. Além disso, ele e Fiona perdem seus postos, já que Rumplestiltskin toma os seus lugares ao se tornar o rei. Como o grandalhão vai se livrar dessa?! Isso eu também quero ver!


Segurança para os brasileirinhos


Uma lei aprovada este ano pela CONTRAN (Conselho National de Trânsito), obriga que todos os pequenos brasileiros terão que estar fazendo uso dos dispositivos de retenção para transporte, a mais conhecida como cadeirinha. Os motoristas que não obedecerem esta lei receberão uma multa no valor de R$ 191,54 e 7 pontos na carteira (infração grave), esta penalidade começa a ser aplicada a partir do dia 12 de junho deste ano.

Segurança acima de tudo. As vésperas da lei entrar em vigor, as cadeirinhas já estão faltando nas prateleiras das lojas. Fábricas aumentaram as suas produções em 100% e mesmo assim não estão conseguindo suprir a demanda.

Esse episódio me lembrou os kits de primeiro socorro que todos os motoristas eram obrigados a ter um dentro do veículo, depois decidiram que não era preciso... mas houve uma correria atrás desses kits e pagando “fortunas” por eles, para depois não ser mais necessário.

As cadeirinhas são mais que provadas que protegem as crianças em caso de acidente, e existem dispositivos de segurança destinas para diferentes faixas etárias, para os mais novinhos são os bebês -conforto, para as crianças de 1 a 4 anos utilizam as cadeirinhas, e de 4 até 7 anos e meio usa-se o chamado booster. Os preços variam de R$100 a R$ 1.000. (xiiii...)

Eis o ponto que eu queria chegar. Em casa moro com dois primos, um de 3 anos e a outra de 7. Então para andar de carro com os dois teremos que comprar duas cadeinhas (e ninguém mais vai atrás com eles, porque elas ocupam todo o espaço), detalhe que a de 7 vai ter que usar o booster, que é o mais caro e eu nem sei se é adaptável para qualquer veículo (coitado do Ford Ka da minha mãe rsrsrs). Concordo com a segurança que elas terão com esses dispositivos, mas uma família que tem três quatros filhos....

Em casa, minha mãe já brincou: “vocês dois vão ficar um bom tempo sem andar de carro. Terão que ir de ônibus, ou será que nem transporte público vocês vão poder andar, já que lá também não tem cadeirinha e acontece acidentes do mesmo jeito?”

A minha frustração é que concordo com o uso dos dispositivos de segurança, mas como a grande maioria das famílias brasileiras vão comprar? E continuando com a minha frustração... não tenho ideias para sugerir.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Conselho: Cuidado com elas


Mulheres não são mais as mesmas! Isso todos já sabem, mas é sempre bom evidenciar o atual estado da mulherada...

Uma matéria no Estadao.com, mostra um aumento do número de mulheres nas academias, mas engano seu se acha que é para musculação, natação ou até dança... essa lotação está acontecendo nas aulas de boxe, muay thai, jiu-jítsu e até de Mixed Martial Arts (o antigo vale-tudo). Sim! Mulheres no ringue!

Segundo os depoimentos das praticantes na matéria, elas buscam não apenas o condicionamento físico, o emagrecimento, mas também a auto estima e o relaxamento. Uma delas comparou a sensação do término do exercício sendo a mesma depois de uma aula de ioga.

Com a cabeça que não para de funcionar nem quando está dormindo, a mulher de hoje busca ser mãe, uma excelente profissional, uma amante inesquecível e acima de tudo uma grande mulher.

Independência, essa palavra hoje ela não tem tanto destaque, porque já pode ser considerada conquistada. Os objetivos mudaram e a força aumentou. Atualmente elas tomam a iniciativa e já presenciei uma situação dessa. Para que esperar por ele? Só que isso causa um medo nos homens... vai entender...

No meio profissional, mesmo que ainda homens tem o salário mais alto que as mulheres, ela conseguem chegar a cargos de chefia e realizar um excelente trabalho, não que os homens não o façam, mas antigamente, e até alguns homens hoje, é difícil aceitar uma mulher mandar, ser superior, ter uma cargo mais alto do que o dele.

Elas são consideradas hoje como chefes de família, como chefes em seus trabalhos, mulheres de verdade, aquela que trabalha, que quer cuidar dos filhos, que quer amar e ser amada e que vai a academia não apenas para se sentir e estar gostosa, mas extravasar todo o seu estresse em um ambiente que era proibido a entrada “das unhas pintadas e dos batons”. Boxe, muay thai, jiu-jítsu e vale-tudo, é bom deixar bem claro, não perde a feminilidade, pelo contrário, faz com que elas se sentem mais mulher do que nunca.

Deu uma vontade de praticar né...


Fonte/ Foto: Estadao.com



sexta-feira, 19 de março de 2010

Ainda bem que EUA cuida da vida alheia

“Uma afronta ao congresso brasileiro”? Opa! Alguém neste mundo tem que fazer alguma coisa!
Esperar os incompetentes do congresso resolver a questão, é a mesma coisa que esperar ou melhor ter acreditado, que D. João VI teve coragem antes de colocar o rabinho entre as penas e fugir para a sua colônia mais produtiva.

Eis o verdadeiro motivo para um congresso, assembleias, câmaras, em fim políticos serem tão sujos e corruptos?

Pensando bem pode ser.

Bom, vamos voltar ao motivo da “afronta ao congresso verde-amarelo”. O nome de um dos mais (por incrível que pareça), querido e amado político paulista, senhor Paulo Salim Maluf consta hoje na Interpol. E não apenas consta, mas foi incluído na divisão vermelha da Polícia Internacional. Sim!

Esta polícia mantém representação em 181 países. E por solicitação dos Estados Unidos o promotor Robert Morgenthau, o denunciou por suposta, “conspiração com obetivo de roubar dinheiro da cidade de São Paulo a fim de possuir fundos no Brasil, New York, e em outros lugares, e ocultar dinheiro roubado”. O processo aponta que Maluf esteve envolvido em um suposto esquema de superfaturamento em obras realizadas pela prefeitura de São Paulo. Oooooh! Tenho certeza que você não sabia disso, né?

Como direito de resposta, Maluf (para variar um pouco) nega todas as acusações e afirma que o Tribunal de Contas do município aprovou todos os anos de sua administração (1993 – 1996).

Não vou ser hipócrita de achar que os Estados Unidos é um exemplo de anti corrupção, mas o descaso das autoridades brasileiras com estes crimes chega a ser tão absurda e vergonhosa, que atitudes assim (de incluir o nome do Maluf na Interpol), parece que é um avanço, uma mudança... só torço para que não fique apenas nisso.



Fonte: Estadão.com e portal G1

quinta-feira, 11 de março de 2010

Neymar é só um moleque bom de bola


Ontem, iria assistir ao jogo do Corinthians na Libertadores, é um torneio que me interessa, e me interessa ainda mais, torcer contra o Corinthians. Mas, antes do jogo começar, mudei de canal, e no Sportv iria passar Santos x Naviraiense, todos já sabiam que vinha goleada. Ainda assim, insisti em ver o timão. Jogo chato demais. Troquei de canal, Santos já tinha feito uns 3 gols e em poucos minutos vi mais 2. Isso sim que é bom de se ver. Milton Leite até comentava, na transmissão pelo Sportv, a quantidade de crianças no estádio (fruto de uma promoção de ingressos a 1 real), elas estavam se apaixonando pelo futebol.

Esse texto não pretende ficar babando no futebol atual do Santos. Vamos ao que interessa:

Durante o jogo Neymar fez um golaço, mais um. É dele que o texto se propõe a falar. O menino que causou polêmica ao dar um chapéu no zagueiro do Corinthians, com a “bola parada”. Acompanhei a entrevista dele no dia seguinte, no Globo Esporte, perguntado sobre o lance ele respondeu: “fiz porque deu vontade”. Para uns, demonstrou insolência, eu enxerguei meu irmão de 16 anos dando entrevista.

Sim, Neymar é um garoto. E garotos fazem as coisas “porque dá vontade”. Tem tanto jogador de futebol que não demonstra vontade em campo (vide metade do time do São Paulo). O menino tem vontade de dar chapéu, de driblar, de fazer golaço.

Neymar, desde cedo, é tratado como craque. Lembro de uns amistosos dos quais ele participou novinho. Pelé (sempre ele) dizia que ele era uma promessa e todos já demonstravam expectativa e ansiedade por vê-lo em campo o mais rápido possível. O futebol e “o mundo moderno” exigem rapidez, que tudo aconteça “agora”. Neymar é só um garoto, que vai amadurecer com o tempo, assim como todos os outros.

E quanto aos que acham que ele é insolente, esperem que o menino amadureça. Todo jovem quer ser diferente e demonstrar ou afirmar sua personalidade (não vêem a gola da camisa levantada, o corte de cabelo chamativo e a chuteira estilosa?). Espero que ele dê muitas alegrias a todos nós, por enquanto, vê-lo jogar é resgatar a alegria e o prazer de sentar e assistir uma partida de futebol.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

O Holmes de Guy Ritchie


Eu não sou especialista em Sherlock Holmes, muito menos em Guy Ritchie, do segundo, só sei que foi casado com a Madonna e é diretor de cinema. Do primeiro, sei menos que isso. Mas, mesmo assim, resolvi ir ao cinema ver o filme.

Tratando com bastante liberdade o personagem, conhecido por sua esperteza e poder de dedução, Ritchie abre mão da maior parte de sua tradição, como os até agora inseparáveis cachimbo, chapéu de caçador e a frase "elementar, meu caro Watson" - que era sempre usada para seu habitual parceiro, o médico John Watson (Jude Law).

Assim, dá força total a uma atualização da imagem de Holmes (Robert Downey Jr), tornando-o um personagem atlético, quase um heroi de ação sem superpoderes. Sherlock gosta de luta livre por esporte. E luta muito bem no filme, com técnicas para derrubar adversários maiores e mais fortes.

Watson e Holmes unem suas forças para enfrentar magia negra. No caso, uma sociedade do mal orquestrada pelo sinistro lorde Blackwood (Mark Strong), responsável por uma série de assassinatos rituais e capaz de fazer quase todos acreditarem que ressuscitou após o próprio enforcamento.

Aqui, cabe dizer que Holmes me lembrou muito outro personagem (bem mais novo), Robert Langdon de Dan Brown, na forma como desvenda os casos, no raciocínio, em especial por se tratar, neste filme, de um caso de mistérios de uma sociedade secreta. Langdon só não é adepto das porradas que Holmes dá e também não é tão divertido quanto o detetive.

Enfim, foi uma boa maneira de ser apresentada ao personagem. Vou dizer que senti falta da frase “elementar, meu caro Watson”, que até o final esperei que ele dissesse, mas de resto, não posso reclamar de nada. (Só de minha dentista que apertou tanto meu aparelho que nem pude curtir a pipoca).

Sinto cheiro de franquia de sucesso no ar...

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Acho que a vida seria melhor se ela fosse um enorme Google!


Não ria.

Esta curiosa frase passou na minha cabeça quando precisava comprar uma blusinha em uma loja de departamento, e queria ainda na cor vermelha. Ótimo! Por incrível que pareça eu estava com pressa, (bem na verdade estava com fome), e como uma boa brasileira, já passava das 21:00 e a loja fecha às 22:00, tudo bem! Primeiro blusinha e depois descola o estômago das costas.

Quando estava procurando a bendita, eu tive a impressão de que se tivesse um mega computador com o seu campo de busca, era só digitar o que estava procurando, e ele me mostrava o local e se existisse realmente um produto de acordo com o que eu quero, ou então algo similar. Não seria legal? Sei lá, mas para mim naquela hora a necessidade de ter essa tecnologia foi surreal.

Depois que eu estava comendo comecei a rir da situação. Lembrei das compras pela internet, mas não é a mesma coisa. A minha necessidade foi eu estar presente e usar este recurso. Louca?!

O que nos leva a refletir como nós somos dependentes ou então acostumados a tecnologia. Vamos pensar assim: Um belo dia você acorda e liga o seu pc e a internet não funciona. Descobre então que o seu celular equipado ou não com WiFi, 3G e o escambal a quatro também não funciona. Depois ainda percebe que o mesmo celular não está fazendo ligação. Você vai para o trabalho já achando que é o pior dia da sua vida, e descobre que lá também nada disso está funcionando! Ohhhhh!!!!

O impacto é praticamente de terem soltado uma bomba na sua cabeça. Aliás, em uma conversa com um amigo, chegamos a conclusão que antes tinhamos medo da bomba atômica e hoje se alguém se prontificar a destruir a humanidade basta destruir a internet, a conectividade e as redes. Pronto está instalado o caos!

Exagero, acho q não...

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Nova febre dos adolescentes: Nu e de pulseira


O tempo passa e as “brincadeiras” ficam bem sérias. Quem diria que pulseirinhas coloridinhas de siliconizinho iria fazer a minha mãe pegar o telefone e imediatamente gritar para a minha prima de 13 anos tirar as benditas pulseiras do braço!

Até as acho bonitas e descoladas, lembro que quando mais nova tinha umas de plástico e um tipo de arame que quebravam fácil e arrancava os pelinhos do braço. Mas a moda entre os pré adolescentes e os adolescentes hoje, é o uso de pulseiras coloridas que ao colocá-las automaticamente você está participando de um jogo chamado Snap, onde cada cor tem uma ação e dependendo de qual cor, você pode estar expressando que aceita fazer sexo. Pois é uma simples pulseira!

Estou até meio “retrô” hoje, mas lembro que antes brincavamos de salada de frutas ou ir a uma Festa do Farol, que no máximo rolava um beijo. Hoje com o jogo das pulseiras tudo se resume a sexo. E os pais sem saberem disso chegam até a comprar para os seus filhos. Claro que a educação conta muito, mas é bom todos conhecerem o real significado das “inocentes pulseirinhas”.

Esta febre foi explicada em um email que recebemos da matéria do jornalista Vitor Ferri do jornal Agora. Segue a descrição de cada cor da pulseira:

AMARELA: Abraço;

ROSA: Mostrar o peito;

LARANJA : Dentadinha do amor;

ROXA: Beijo com a língua e talvez sexo;

VERDE: Chupões no pescoço;

VERMELHA: Fazer uma Lap dance (não sei o que significa, se alguém souber e explicar, ótimo!);

PINK: Sexo oral a ser praticado pelo rapaz;

BRANCA: A menina escolhe o que preferir;

AZUL: Sexo oral a ser praticado pela menina;

PRETA: Fazer sexo com quem arrebentar a sua pulseira;

DOURADA: Tudo que foi citado acima.

Este jogo teve início na Inglaterra e como hoje com a velocidade das informações, os nossos pré adolescentes antenados do jeito que são, já conhecem o tal do Snap. Agora imagina você sem saber disso e acha-las legais para usar, compra um monte (custam em média $1,50 doze unidades), e como a cor dourada tá na moda... vai lá e enche o braço delas ... Oh inocência!

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Bastardos Inglórios e a sessão da 0:01

Apesar de não saber nada de cinema, se comparada aos amigos cinéfilos, gosto de apreciar um bom filme, em especial, na última sessão, em ótima companhia, sempre.

Confesso que, se fosse para eu escolher, talvez não optasse por “Bastardos Inglórios”, no sábado a noite. Até porque, fazia um tempinho que não íamos ao cinema. Como somos um casal democrático (às vezes), Diego escolheu os Bastardos.

A hora da sessão é de mera importância para alguns comentários que farei: 0:01. Comprar pipoca é essencial, então, munidos de muita pipoca com manteiga, e refrigerantes entramos na sala. Escolhemos “nosso lugar”, aquele lugarzinho do Cinemark que dá para apoiar os pés no ferro, sem atrapalhar ninguém, é claro. E também a sessão não estava muito cheia, e foi se esvaziando com o passar da horas. Antes do filme começar uma ida estratégica ao banheiro.

Capítulo 1 – Sim, o filme é dividido em capítulos - li em uma crítica que é uma tradição do diretor Quentin Tarantino. Bom, esse capítulo inicia-se na França, em 1941, em uma fazenda onde o Coronel (e mega vilão) Hans Landa (Christoph Waltz), vai fazer seu trabalho, “caçar judeus”. Nesta cena, após um dialógo longuíssimo e assustador (o coronel consegue mexer com o psicológico do dono da fazenda), Hans Landa descobre os judeus escondidos no assoalho (como ratos, na lógica nazizta), e sem piedade faz com que seus homens atirem, mas Shosanna Dreyfus (Mélanie Laurent), consegue escapar (eu acho que ela correu bastante, Diego diz que o coronel não quis atirar).

Do outro lado do filme, está o grupo de soldados americanos judeus que dá título ao filme, uma pequena unidade de guerrilha e extermínio do exército, liderada pelo sulista Tenente Aldo Raine (Brad Pitt). Digo que tinha certo preconceito sobre a atuação de Pitt no filme, pois ele estava “se achando” nas premieres da obra. Mas, após assistir, concordo com ele, o filme é bom. E sua atuação é uma das melhores que já vi. Ele diverte como o carismático Aldo Raine. Com um sotaque sulista hilário, além de trejeitos bastante óbvios, bem como uma moral bem particular, Raine é o líder perfeito para o seu time de malucos. A cena mais engraçada do Tenente é a que ele tenta falar italiano, em meio a nazistas, frente a frente com Landa.

Parênteses necessário - Se dei a impressão que vou seguir com os capítulos, enganei vocês, porque não tenho tão boa memória para citar cada capítulo. Ah, e também esse texto não é uma crítica do filme, coisa que não sou apta a fazer, é só sobre minhas impressões.

Outra coisa a se destacar é o roteiro do filme. Conversas sobre nada, que tornam o momento bastante tenso, têm aos montes. Mas elas também dão espaço a diálogos carregados de humor negro e de grande tensão. (Esses dialógos me deram um pouco de sono, afinal, o filme só foi acabar 2:40 da manhã, mas nada muito massante). Não é à toa que uma das cenas mais tensas de "Bastardos Inglórios" é um diálogo entre a jovem Shosanna e Landa. O pedido de uma sobremesa em um restaurante se torna umas das cenas mais tensas que já vi.

Adotando uma nova identidade após a morte de seus parentes, Shosanna se torna dona de um cinema parisiense. Graças à “paixonite aguda” do soldado alemão Frederick Zoller (Daniel Brühl) por ela, a grande premiere do último filme panfletário de Goebbels (Sylvester Groth) - Ministro do Povo e da Propaganda de Adolf Hitler, se dará no cinema da jovem. Com a presença de todos os figurões do partido em um local só - incluindo o próprio Adolf Hitler (Martin Wuttke) - que é retrato com um doente mental - a ocasião torna-se a oportunidade perfeita para explodir o comando nazista e encerrar a guerra de uma vez por todas, plano traçado pelos Bastardos e pela própria Shosanna, sem um ter conhecimento do outro.

Daí seguimos para o “grand finalle”. Eu, sem saber que o filme não era “aula de história”, esperava por um fim completamente diferente. Mas, realmente, o filme tem um final bem melhor. Só achei que o coronel Landa deveria ter tido outro final, mais ruim para ele. Já Diego achou que ele deveria ter um final melhor (aqui demonstra todo o carisma que o vilão adquire durante o filme), mas depois achou “justo”.

Tarantino encerra o filme falando através do personagem de Brad Pitt, que “Esta provavelmente é sua maior obra prima”. Bem, eu não conheço muito sobre Tarantino, mas devo concordar que o filme é uma obra prima dos cinema moderno.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

A falta de respeito sem limites

Como alguns devem ter ficado sabendo, o show que o AC/DC fará no Brasil em novembro causou uma corrida atrás de ingressos ontem (1/10), primeiro dia de vendas.

E eu, noiva de um alucinado pela banda (não digo nem fã porque isso não chega nem perto) fui em busca desse "tesouro". E tenham certeza de que realmente parecia uma caça ao tesouro ou uma operação de guerra.

E por que? Porque a empresa responsável pela venda desses ingressos, a Ticketmaster, simplesmente não tem nenhum respeito por todos esses fãs, ou melhor, por seus consumidores.

Sem um site que ofereça um serviço decente, e com esperas de mais de 1 hora no ÚNICO número de telefone disponível para compras, muitos seguiram para os pontos de vendas. Chegando lá, o cenário não era muito diferente. Como eu não estava muito interessada em pagar a bendita da taxa de conveniência, decidi seguir para a bilheteria principal que ficava no estacionamento do Credicard Hall.

Prestem bem atenção, eu disse no estacionamento. Com uma estrutura porcamente montada para receber os fãs, mais uma vez a falta de respeito com os consumidores era visível. Primeiro porque a fila, não só ali, mas em todos os locais de venda, chegava a mais de três horas.

Eu cheguei às 15h. Fiquei ali cerca de 6 horas, em pé, esperando pela minha vez de comprar o ingresso. Tudo bem, eu sei que muita gente vai falar que isso é loucura e que se não queria ficar lá que tivesse ido embora. Mas a questão aqui não é essa.O que me deixa indignada, é que uma empresa do tamanho da Ticketmaster, que é responsável pela venda de ingressos para praticamente todos os shows que acontecem nesse país, não se preocupa com seus clientes.

Ah, e enquanto eu estava na fila, meu noivo, que estava trabalhando, ficou tentando realizar a compra pelo site e pelo telefone. Como eu disse no começo, uma verdadeira operação de guerra. E não pensem que erámos somente nós fazendo isso. Várias pessoas tentavam de todas as maneiras conseguir o seu ingresso.

As pessoas que estavam na fila no Credicard Hall, passaram todo esse tempo em pé, algumas sentadas no chão, no frio e correndo o risco de sofrerem um acidente, já que estavamos na calçada em frente a Marginal Pinheiros, e quem precisava passar por ali ou ia até o começo da fila pedir informações tinha que ir andando pelo meio da rua, devido ao número de pessoas esperando.

Quando finalmente passei pelo portão de entrada, lá pelas 20h, a revolta só aumentou. A bilheteria funcionava em um contêiner, onde alguns funcionário se aglomeravam, e ali existia uma outra fila de mais 1h até cada guichê. Todos pareciam gado espremido nas grades indo para o abate.

Sobre o preço de cada ingresso... Bom melhor nem comentar, já que o ingresso mais barato custava R$ 150 e as entradas de estudantes já estavam quase esgotadas.

Agora, porque não disponibilizar um serviço pela internet que consiga suportar a procura? Ou os organizadores pensaram que uma banda como AC/DC não causaria uma demanda dessas? Sinceramente, se acharam isso deveriam rever seus conceitos e contratar um pessoal mais competente para realizar o serviço.

E quem já precisou dos serviços dessa empresa antes, sabe que é sempre a mesma coisa. Quando o site funciona, é o serviço por telefone que deixa a desejar, ou então a entrega que atrasa, ou qualquer outra coisa que seja. Tem sempre algum problema. E eles se importam?

Claro que não. Afinal, não existe ninguém mais pra concorrer com eles e quem quiser ter a chance de ver uma banda como essa vai ter que passar por isso e comprar seu ingresso pela Ticketmaster. Ou seja, eles vão ganhar dinheiro de qualquer maneira e quem quiser ir ao show vai ter que sofrer antes de se divertir.

Agora, com o meu ingresso na mão e depois de tantas horas de espera, só posso dizer que isso é triste e lamentável.

Sem mais comentários.

PS: Esqueci de contar. Teve gente vendendo o celular na fila pra conseguir comprar os ingressos que tinham sobrado, tamanha era a falta de informações para os fãs da banda.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Casos de um mundo egoísta e sem paciência

Ontem estava no banco, mais precisamente na Caixa Econômica Federal. Ou seja, fiquei parada eternamente na fila pensando que o cartaz onde está escrito que para cada 50 minutos trabalhados os funcionários devem fazer 10 minutos de descanso, deve estar errado. As vezes eu acho que eles fazem o contrário, mas tudo bem porque aqui a história é outra.

Então, enquanto eu estava na fila, começou uma discussão na fila preferencial, que naquele momento era formada somente por idosos.

Os protagonistas da briga foram dois senhores. Na verdade ninguém entendeu direito o que aconteceu, mas de repente um dos senhores começou a discutir com o outro, dizendo que era a vez dele de ser atendido pelo caixa e que o outro estava furando fila. Ele xingou, gritou, ameaçou, mandou o outro ir um monte de coisas e fez de tudo que se pode imaginar dentro do banco.
Enquanto ele fazia isso, o outro senhor se sentou novamente esperando sua vez de ser atendido.
Não satisfeito com o primeiro escândalo, quando acabou de ser atendido, o primeiro senhor começou a discutir novamente com o outro, repetindo as mesmas coisas de antes, até que todos os outros idosos e idosas que estavam na fila se aborreceram e começaram a discutir com ele. Lógico que na hora a cena era muito engraçada: aquele monte de senhores e senhoras brigando sem nem saber o porquê.

Em um certo momento, até um rapaz que estava na fila comum se meteu na discussão e o senhor briguento disse: - Ooo filhinho, você não se meta porque o problema é aqui na fila dos velhinhos!!! (Nossa, até achei que eles iriam sair no tapa, porque na hora em que o segundo senhor foi embora, o que começou a discussão ainda estava na saída do banco esperando a chuva passar).

Mas depois eu fiquei pensando em como esse mundo está totalmente impaciente. Ninguém mais consegue conversar, todo mundo já sai brigando, discutindo, falando o que bem entende sem se importar com nada. E o pior é que todo mundo já está tão acostumado que nem se espanta mais com esse tipo de coisa. As pessoas acham normal e até ficam esperando pra ver uma briguinha durante o dia.

Não que eu seja a pessoa mais paciente do mundo. Na verdade, eu estou bem longe disso. Mas é que até eu que tenho que me policiar o tempo todo pra ser menos impaciente, tenho ficado espantada (não sei nem se essa é a palavra certa pra isso) com essas coisas. Um outro dia eu estava no ponto de onibus, e um homem que estava lá começou a brigar com o motorista de uma lotação que parou porque o semáforo tinha fechado.

Todos que estavam lá ficaram sem entender enquanto o homem discutia sozinho falando que o motorista tinha que ter passado mesmo com o farol fechado, porque ali ele atrapalhava os ônibus e o impedia de pegar uma condução. Ai eu pensei: - Como é???

Quer dizer que não importava que o motorista tivesse atravessado no farol vermelho, atropelado os pedestres e batido em outro veículo, desde que não atrapalhasse ele?!?!?! Legal né!!!

Olha, eu sei que as pessoas têm que defender seus direitos e não deixar que todo mundo faça o que bem entender sem respeitar isso. Mas o que eu tenho notado, é que todo mundo confundiu "lutar pelos seus direitos" com "brigar por qualquer coisa".

Bem, eu pelo menos entendo que quando se fala em "lutar pelos direitos" é lutar por coisas que afetam a vida das pessoas...

Enfim, como eu li outro dia em uma charge, as jóias sempre serviram pra enfeitar as partes mais importantes do corpo de acordo com a época. Em um certo tempo foram os colares, depois os anéis e brincos.

Atualmente, as jóias mais importantes têm sido os piercings que enfeitam os umbigos de um mundo egoísta.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Porque eu não pauto a imprensa


O Twitter é cada vez mais utilizado no Brasil. A febre do acumulo de usuários tem menos de 3 meses e hoje, quem não está na rede social pode até ficar sem entender certas notícias que circulam na web. Ligado nisso, os principais portais da internet brasileira seguem atentamente quem pode ser notícia. Agora há jornalistas com a missão de seguir pessoas via rede, tipo uns paparazzi que não saem do lugar. Daí qualquer coisa que essas pessoas, que tem 'valor-notícia', dizem vira uma matéria na home dos portais.

Marcelo Tas, denominado por alguns de 'Rei do Twitter brasileiro', já deu diversas entrevistas sobre o micro-blog. Ele virou pauta! Além das entrevistas o que ele escreve pode virar notícia a qualquer minuto. É por isso que ele tem tantos seguidores, aposto que grande número são jornalistas atrás de matéria. Outro integrante do CQC sofreu com a grande atenção dada ao twitter, Danilo Gentili foi taxado de racista após uma piada que fez na rede social. E o episódio Gentili continua, um autor anônimo fez uma letra de rap, acusando o humorista de 'ignorante e racista'. O homem de preto respondeu em seu twitter, “Uma dica: se querem me atacar não coloquem meu nome numa letra de rap. Coloquem numa letra de pagode”.

Sandy, andou reclamando de ser pauta. Disse algo do tipo, “tudo o que eu escrevo no twitter vira notícia”. E ainda brincou, "vão dar uma nota dizendo que reclamei da imprensa". Não fui atrás dessa nota, mas acho que saiu em algum site de fofoca. Aposto que algum site contratou alguma adolescente, que escreve “axim”, do fã clube da cantora para ficar seguindo a moça, afinal, não precisa mais de diploma para ser jornalista, e covenhamos isso não é lá jornalismo. Bom, essa minha aposta pode ser furada, porque li no Link, do Estadão, que adolescentes não aderiram ao Twitter. Fora aquelas fãs malucas do Jonas Brothers.

A subprefeita Soninha Francine virou a pauta do momento. Ela postou no micro-blog que foi assaltada e negociou com o criminoso. “... o moço apontou uma faca e pediu o celular. Negociei ("vou perder a agenda!?") e dei o q tinha: R$35”.

Há também os micos: Junior Lima e Marcos Mion levaram o maior fora de Ashton Kutcher ao pedir ajuda dele para “derrubar”(colocando no #trending topic - #forasarney) o presidente do Senado brasileiro, José Sarney. Bruno Glagliasso o doidinho , ops ... esquizofrenico, Tarso, da novela 'Caminho das Índias' divulgou sem querer, o número do seu celular para todos os seus seguidores, imagina as fãs loucas ligando pro pobre. Há quem diga que o namoro de Jonh Mayer e Jen Aniston acabou por conta de um post do cantor no twitter, quando ainda muita gente no Brasil nem sabia do que se tratava a rede social – Azar o dele, Jen está linda aos 40.

Não vou me aprofundar nas tentativas de revoluções via web, os caras pintadas do trending topics.

E eu? Por que será que não pauto a imprensa? Em um pouco mais de 1 mês de “twittagem” nenhum dos meus posts sairam na imprensa. No que estou errando? Hum... não sou famosa, e apesar de inteligente (e modesta) só tenho 32 seguidores, mas eles apreciam meu “jornalismo muleque”. É isso que importa!