Mostrando postagens com marcador morte. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador morte. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 4 de junho de 2013

Lidando com a morte... de personagens

Este poema contém spoilers de filmes, livros e seriados.



A morte alcançou-me
Ainda na infância
Onde ainda havia esperança
...

O leão do penhasco caiu
Rugiu para um mergulho de dor
Só restaram as lágrimas do amor

Eles descobriam juntos
O primeiro amor e as dádivas da vida
A inocência foi perdida

Quando sozinha
Ela descobriria que
Sem os óculos, ele jamais enxergaria

A dor que ele sentia
Alívio a outros trazia
O mundo já não suportaria

Tê-lo em sua companhia
Na cadeira da morte ele sentou
Foi um choque de rancor

Da amizade floresceu
Um grande amor
Não desfrutado

Quando então chegou o tempo
De vivê-lo maduro
A bicicleta freou seu rumo

De Khal Drogo era chamado
Temido e glorificado
Doce tornou-se e amou um bucado

Até que a bruxa velha encontrou
E a alma lhe tirou
Sufocado por amor

Honrada seja a família
De Robb Stark e companhia
De confiança vivia

Até que no belo dia
Redenção esperaria
Do homem que esfaquiaria

A esperança de uma família
Jaz sem terra, jaz sem cabeça
Jaz sem vida!

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Top 10.5 - Homens contemporâneos que admiramos



Mil faces, um homem 

        
Não vou ficar aqui escrevendo o que todos já leram incansavelmente nas últimas semanas depois da morte dele. Sua biografia, sua história, feitos, defeitos, amigos e inimigos. Tudo isso já foi descrito, contado e recontado em sites, livros, reportagens no jornal, em revistas, etc.


Por isso vou falar da imagem que tinha dele. Li na edição da Revista Época, um artigo falando justamente sobre a adoração de ídolos nos tempos atuais. E nesse artigo foi feita uma comparação entre os fãs de Steve Jobs e de Justin Bieber (não se preocupem, não vou falar nada do tipo. Assim como a autora do artigo, não acho que existam semelhanças).


quarta-feira, 30 de junho de 2010

Quando ela resolve chegar...

Como é difícil aceitá-la.

Ela chega de repente, e nós simples mortais nos surpreendemos com a nossa impotência, porque diante dela não podemos fazer mais nada.

Não importa a idade, religião, classe social ou etnia, quando ela chega, ela chega e ponto, para nós só nos resta aceitar. Este é o ponto em que mais nos machuca, aceitar é algo que dói e que parece que remédio algum do mundo vai ajudar a amenizar esta dor.

É algo que entristece, mesmo aquele cuja religião acredita em eternidade do espírito, ou que a pessoa está em um lugar melhor... mesmo assim é quase impossível não derramar lágrimas.

Lágrimas, por mais que você diz para si mesmo “Não vou chorar”, é tudo mentira, por mais força de vontade que você tiver, nós não conseguimos evitá-las.

Palavras não existem, ninguém absolutamente ninguém sabe o que dizer para família, amigos... Elas resolvem sumir nesta hora e o que nos resta é só dar aquele abraço.

Para uns quando ela chega é praticamente um alívio, até mesmo para as famílias, em outros casos ela chega tão derrepente, tão rápida e tão fácil que você é forçado a permitir que todas as emoções, frizando mais a dor, lhe invada por completo.

Ela costuma levar qualquer tipo de pessoas, mas a gente sempre tem a impressão que ela tem o prazer de levar as pessoas mais sensacionais que já existiu, sem importar se é pai de alguém, marido, filho, ou um amigo...

É o ciclo natural da vida né... nascemos, crescemos, alguns se reproduzem, mas não temos como fugir, burlar ou enfrentar.... aí então morremos.



Falar de morte não é mesmo um tema agradável, este texto é só um pensamento que eu quis compartilhar com vocês. Nada de depressão gente, por favor, vamos viver e ser feliz independente da sua crença ou de você ter uma, viva, da melhor maneira possível e aproveitemos muito bem o tal ciclo da vida!