terça-feira, 4 de junho de 2013
Lidando com a morte... de personagens
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Top 10.5 - Homens contemporâneos que admiramos
Não vou ficar aqui escrevendo o que todos já leram incansavelmente nas últimas semanas depois da morte dele. Sua biografia, sua história, feitos, defeitos, amigos e inimigos. Tudo isso já foi descrito, contado e recontado em sites, livros, reportagens no jornal, em revistas, etc.
Por isso vou falar da imagem que tinha dele. Li na edição da Revista Época, um artigo falando justamente sobre a adoração de ídolos nos tempos atuais. E nesse artigo foi feita uma comparação entre os fãs de Steve Jobs e de Justin Bieber (não se preocupem, não vou falar nada do tipo. Assim como a autora do artigo, não acho que existam semelhanças).
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Quando ela resolve chegar...

Como é difícil aceitá-la.
Ela chega de repente, e nós simples mortais nos surpreendemos com a nossa impotência, porque diante dela não podemos fazer mais nada.
Não importa a idade, religião, classe social ou etnia, quando ela chega, ela chega e ponto, para nós só nos resta aceitar. Este é o ponto em que mais nos machuca, aceitar é algo que dói e que parece que remédio algum do mundo vai ajudar a amenizar esta dor.
É algo que entristece, mesmo aquele cuja religião acredita em eternidade do espírito, ou que a pessoa está em um lugar melhor... mesmo assim é quase impossível não derramar lágrimas.
Lágrimas, por mais que você diz para si mesmo “Não vou chorar”, é tudo mentira, por mais força de vontade que você tiver, nós não conseguimos evitá-las.
Palavras não existem, ninguém absolutamente ninguém sabe o que dizer para família, amigos... Elas resolvem sumir nesta hora e o que nos resta é só dar aquele abraço.
Para uns quando ela chega é praticamente um alívio, até mesmo para as famílias, em outros casos ela chega tão derrepente, tão rápida e tão fácil que você é forçado a permitir que todas as emoções, frizando mais a dor, lhe invada por completo.
Ela costuma levar qualquer tipo de pessoas, mas a gente sempre tem a impressão que ela tem o prazer de levar as pessoas mais sensacionais que já existiu, sem importar se é pai de alguém, marido, filho, ou um amigo...
É o ciclo natural da vida né... nascemos, crescemos, alguns se reproduzem, mas não temos como fugir, burlar ou enfrentar.... aí então morremos.
Falar de morte não é mesmo um tema agradável, este texto é só um pensamento que eu quis compartilhar com vocês. Nada de depressão gente, por favor, vamos viver e ser feliz independente da sua crença ou de você ter uma, viva, da melhor maneira possível e aproveitemos muito bem o tal ciclo da vida!