
Ontem, iria assistir ao jogo do Corinthians na Libertadores, é um torneio que me interessa, e me interessa ainda mais, torcer contra o Corinthians. Mas, antes do jogo começar, mudei de canal, e no Sportv iria passar Santos x Naviraiense, todos já sabiam que vinha goleada. Ainda assim, insisti em ver o timão. Jogo chato demais. Troquei de canal, Santos já tinha feito uns 3 gols e em poucos minutos vi mais 2. Isso sim que é bom de se ver. Milton Leite até comentava, na transmissão pelo Sportv, a quantidade de crianças no estádio (fruto de uma promoção de ingressos a 1 real), elas estavam se apaixonando pelo futebol.
Esse texto não pretende ficar babando no futebol atual do Santos. Vamos ao que interessa:
Durante o jogo Neymar fez um golaço, mais um. É dele que o texto se propõe a falar. O menino que causou polêmica ao dar um chapéu no zagueiro do Corinthians, com a “bola parada”. Acompanhei a entrevista dele no dia seguinte, no Globo Esporte, perguntado sobre o lance ele respondeu: “fiz porque deu vontade”. Para uns, demonstrou insolência, eu enxerguei meu irmão de 16 anos dando entrevista.
Sim, Neymar é um garoto. E garotos fazem as coisas “porque dá vontade”. Tem tanto jogador de futebol que não demonstra vontade em campo (vide metade do time do São Paulo). O menino tem vontade de dar chapéu, de driblar, de fazer golaço.
Neymar, desde cedo, é tratado como craque. Lembro de uns amistosos dos quais ele participou novinho. Pelé (sempre ele) dizia que ele era uma promessa e todos já demonstravam expectativa e ansiedade por vê-lo em campo o mais rápido possível. O futebol e “o mundo moderno” exigem rapidez, que tudo aconteça “agora”. Neymar é só um garoto, que vai amadurecer com o tempo, assim como todos os outros.
E quanto aos que acham que ele é insolente, esperem que o menino amadureça. Todo jovem quer ser diferente e demonstrar ou afirmar sua personalidade (não vêem a gola da camisa levantada, o corte de cabelo chamativo e a chuteira estilosa?). Espero que ele dê muitas alegrias a todos nós, por enquanto, vê-lo jogar é resgatar a alegria e o prazer de sentar e assistir uma partida de futebol.
Esse texto não pretende ficar babando no futebol atual do Santos. Vamos ao que interessa:
Durante o jogo Neymar fez um golaço, mais um. É dele que o texto se propõe a falar. O menino que causou polêmica ao dar um chapéu no zagueiro do Corinthians, com a “bola parada”. Acompanhei a entrevista dele no dia seguinte, no Globo Esporte, perguntado sobre o lance ele respondeu: “fiz porque deu vontade”. Para uns, demonstrou insolência, eu enxerguei meu irmão de 16 anos dando entrevista.
Sim, Neymar é um garoto. E garotos fazem as coisas “porque dá vontade”. Tem tanto jogador de futebol que não demonstra vontade em campo (vide metade do time do São Paulo). O menino tem vontade de dar chapéu, de driblar, de fazer golaço.
Neymar, desde cedo, é tratado como craque. Lembro de uns amistosos dos quais ele participou novinho. Pelé (sempre ele) dizia que ele era uma promessa e todos já demonstravam expectativa e ansiedade por vê-lo em campo o mais rápido possível. O futebol e “o mundo moderno” exigem rapidez, que tudo aconteça “agora”. Neymar é só um garoto, que vai amadurecer com o tempo, assim como todos os outros.
E quanto aos que acham que ele é insolente, esperem que o menino amadureça. Todo jovem quer ser diferente e demonstrar ou afirmar sua personalidade (não vêem a gola da camisa levantada, o corte de cabelo chamativo e a chuteira estilosa?). Espero que ele dê muitas alegrias a todos nós, por enquanto, vê-lo jogar é resgatar a alegria e o prazer de sentar e assistir uma partida de futebol.