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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Top 10.2 - Homens Contemporâneos que admiramos

O homem que, para muitos, é Mito



Não achei que seria tão difícil assim escrever esse texto, afinal, quanto mais você admira alguém mais fácil flui um texto sobre ele, certo? Pode até ser, mas você também precisa de tempo. E nesses tempos que o tempo é escasso, dou inicio ao texto de um homem que marcou o meu tempo.

Lá nos idos de 1973, em Pato Branco, no Paraná, em 22 de janeiro, nascia o filho caçula do casal Eurydes e Hertha: Rogério, que cresceu ao lado de três irmãos: Rosicler, Rudimar e Ronaldo. Mudou-se com a família em 1985 para Sinop, interior do Mato Grosso. Envolvido desde pequeno com esportes, como tênis e vôlei, o futebol também faz parte de sua vida, ele jogava como volante (camisa 5), no time do Banco do Brasil, no qual trabalhou dos 13 aos 17 anos.

Até que um dia, aquela coisinha que muda destinos aconteceu, o goleiro do time, que coincidentemente era o chefe de Rogério, não foi jogar. Por ser o mais novo do time, o futuro capitão são-paulino foi para o gol. Em 1990, surgiu o convite da equipe do Sinop Futebol Clube, onde ele já havia feito teste, para ser o terceiro goleiro da equipe, reserva de um dos goleiros da equipe. Como ainda trabalhava no Banco do Brasil, Rogério conciliava os treinamentos com o emprego e os estudos.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Rogério alcança marca histórica dos 100 gols


Ídolo. Talvez seja uma palavra forte demais, mas que outra poderia usar para descrever quem admiro de forma incontestável? Por sua postura fora de campo, por sua milagrosas defesas (vide final de mundial em 2005), por seus 100 gols, todos com gosto especial. Como por exemplo, o da final do Paulista, acho que de 2000 contra o Santos, ou os feitos na Libertadores, e claro, o de ontem, dia 27 de março de 2011, contra o Corinthians.


Falar de Rogério Ceni e exaltar suas qualidades é até difícil. Porque, ele nem precisa de babação de ovo. Só quem é são-paulino tem o gostinho de ver um cara que ama o clube tanto quanto você próprio, diria que até mais que eu, bem mais...

Ontem, após o jogo, assistindo alguns programas esportivos, percebi que vivi a “Era Rogério Ceni”, e que se meu avô me falava de Pelé, eu com certeza vou falar de Rogério.