Ídolo. Talvez seja uma palavra forte demais, mas que outra poderia usar para descrever quem admiro de forma incontestável? Por sua postura fora de campo, por sua milagrosas defesas (vide final de mundial em 2005), por seus 100 gols, todos com gosto especial. Como por exemplo, o da final do Paulista, acho que de 2000 contra o Santos, ou os feitos na Libertadores, e claro, o de ontem, dia 27 de março de 2011, contra o Corinthians.
Falar de Rogério Ceni e exaltar suas qualidades é até difícil. Porque, ele nem precisa de babação de ovo. Só quem é são-paulino tem o gostinho de ver um cara que ama o clube tanto quanto você próprio, diria que até mais que eu, bem mais...
Ontem, após o jogo, assistindo alguns programas esportivos, percebi que vivi a “Era Rogério Ceni”, e que se meu avô me falava de Pelé, eu com certeza vou falar de Rogério.

