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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

A sociedade realmente muda? Inspirado em “Na pior em Paris e Londres” de George Orwell


Estou terminando de ler o livro do genial George Orwell, e estou apaixonada por esta leitura. Do autor, só havia lido “A revolução dos bichos”, meio que obrigada em algum ponto da faculdade. Não lembro de ter gostado tanto assim, alias, vou reler, porque não deveria estar pronta pra tamanha perspicácia. Enfim, o fato é que o “Na pior…” é um livro muito bem escrito, cheio de ironias e fortes indagações sociais.

Escrito em 1928 por Orwell, o livro retrata a pobreza bem de perto. Um jovem professor de inglês  em Paris, perde seus alunos e com isso sua pouca renda. À procura do sustento, penhora suas roupas e arruma trabalhos “escravos” nos restaurantes de Paris. Quando vai a Londres, com uma promessa de emprego, as coisas mudam e agora, ele está duro na terra da rainha. Perambulando pelas ruas, de albergue em albergue, convive de perto com os mendigos, vivendo de forma miserável.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

O Macho Alfa - da perspectiva Khal Drogo

Discussões sobre as mudanças no comportamento da sociedade, fervilham, ao menos em minha cabeça.  Tudo está em constante mudança, nisso concordo com Grey’s Anatomy e discordo de House (people don’t change – pessoas não mudam). Desde a sua formação, no ventre de sua mãe, quantas mudanças você pode contar? Enfim, se as pessoas mudam, a mudança da sociedade é consequência. O que mais me “incomoda” é analisar as mudanças do papel do homem e da mulher. No século XX isso mudou rapidamente, de uma mulher submissa fomos apresentados a uma mulher poderosa, auto suficiente ... de um homem autoritário, fomos apresentados ao metrossexual.

Não vou entrar no mérito – não nesse texto – das mudanças em si. Mas, o que tenho observado é como essas mudanças podem influenciar no relacionamento, homem/mulher. Se um dia a mulher foi criada para ser ótima esposa, saber cuidar do lar e filhos, hoje a mulher é quem mais estuda, esforçando-se para conquistar seu espaço no mercado de trabalho, ainda machista, onde homens e mulheres, com a mesma função e qualificação, ganham salários diferentes. Homens já foram criados para ser o mantenedor do lar, não deixar faltar ... hoje, dividem esse “fardo” com a mulher. Mas, só esse. Pois é a mulher que acumula tarefas... filhos, pagar contas, escolher a decoração nova, fazer a janta... (Há exceções, claro que há)...

Sinto que tá “todo mundo” procurando um alguém pra sempre, mas ninguém quer assumir o risco de ficar com esse alguém pra sempre. Afinal, hoje, há tantas possibilidades... tantas pessoas que posso conhecer, quem me garante que só uma me fará feliz? E, agora que a expectativa de vida cresceu um pouquinho...sou muito novo ainda... há tempo para experimentar... (sem julgamentos [?] rs).