É claro que no Chá, não poderia faltar um texto sobre o mais novo capítulo das Crônicas de Nárnia. Dessa vez com a estória “A viagem do Peregrino da Alvorada”. Como fã incondicional dos livros de C.S. Lewis sou suspeita para comentar, mas vou tentar fazer uma análise não tão apaixonada (tirando as partes que citar Aslam, porque sou apaixonada por Ele).
Nesta terceira parte, embarcamos no navio Peregrino da Alvorada, para agora explorar os oceanos de Nárnia e suas misteriosas ilhas. Tudo começa quando os irmãos Lúcia e Edmundo se encontram entediados na casa de seus tios, naquilo que deveriam ser férias (no filme mostra como se eles estivessem morando lá há um bom tempo). Para piorar tudo, além da guerra – que ainda perturba o sono dos ingleses -, tem o chato primo Eustáquio Scrubb. O garoto gosta de infernizar seus primos sendo o anfitrião mais antipático possível. Mas, o destino pregaria uma peça bastante disciplinar em Eustáquio. Ele e seus primos não esperavam, mas o belo quadro de um navio em águas turbulentas que ficava no quarto de hóspedes era uma janela para Nárnia, e para lá eles literalmente emergiram, a bordo da magnífica embarcação em forma de dragão.